Muitos idosos sofrem por perda involuntária de fezes e urina (incontinência fecal/incontinência urinária). Observou-se que a perda urinária apresenta maior percentual de ocorrência do que a perda fecal. A incontinência urinária não é propriamente uma patologia, porém é um problema que pode comprometer o lado psicológico do idoso dificultando suas relaçõe sociais. São quatro as classificações de incontinência urinária, sendo que a incontinência de estresse pode ocorrer durante as atividades físicas; A incontinência de urgência que geralmente é associada com a condição da pessoa, como AVC, Parkinson, escleroses múltiplas, demência senil, porém ocorre também em pessoas que não apresentam esses quadros; Quando a pressão da bexiga é maior do que a uretra temos a incontinência por transbordamento; E por fim temos a incontinência funcional que é quando a pesoa não sente vontade de usar o sanitário. A incapacidade de controlar a eliminação de fezes denomina-se incontinência fecal. Da mesma forma que a incontinência urinária, a incontinência fecal compromete a qualidade de vida da pessoa idosa ou não. Da mesma forma que a incontinência urinária, a incontinência fecal pode ser decorrente de enfermidades como o AVC, a esclerose múltipla, a diabetes e o próprio envelhecimento. O diagnóstico consiste no exame proctológico e na retossigmoidoscopia, e também são necessários exames como a eletromanometria e a miografia. O tratamento pode ser cirúrgico ou clínico.